Dia 01 de março de 2012 (Saulo Barretto)
Tive uma reunião com Flávio e Gily, na secretaria de educação de Santa Luzia, para definir questões relacionados a problemas no gerenciamento das informações para o TAG. Abaixo descrevo as questões discutidas e os encaminhamentos:
1) qual informação usar como login do usuário
Na reunião sugerimos usar o número do INEP como login, porque nem todos os alunos têm o NIS. O principal problema será com os alunos da 1a série, já que o número do INEP só é gerado no meio do ano, por conta do censo escolar.
Na avaliação geral, dentro de todas as possibilidades, cada uma com seus problemas, o uso do número do INEP nos parece o melhor.
No caso dos alunos ainda sem INEP, uma sugestão seria usar alguma outra informação que já existe, ou um conjunto de informações, para não termos que programar nada agora. Por exemplo, nome, associado à unidade, à data de nascimento. É assunto para ser melhor discutido.
2) Certidão de nascimento
Em tese a entrega da certidão de nascimento deveria ser obrigatório, cobrado pelas escolas, no momento da matrícula. Na prática nem sempre é assim e muitas escolas fazem a matrícula apenas com a data de nascimento.
A sugestão é que incluamos um mecanismo para permitir anexar cópia da certidão scaneada, como forma de cobrança da secretaria. Neste caso, o TAG teria uma opção para informar se a certidão foi ou não entregue e a opção para anexar, porque muitas escolas não têm scanner e isso teria que ser feito pela secretaria.
3) o pessoal da secretaria acha que seria importante informar o tipo de contrato do professor (permanente, temporário), quando for cadastrar o professor no sistema TAG
4) eles atmbém acham que seria legal termos um mecanismo de bate-papo e/ou alguma ferramenta de apoio para tirar dúvidas comuns. Penso que uma espécie de fórum (FAQ) dinâmico seria o mais adequado, porque muitos professores têm dúvidas comuns e acabam sempre batendo na secretaria
5) foi discutido que é importante levar em conta o caso dos alunos do EJA, em que pode haver a situação em que ele é matriculado 2 vezes no ano. Por exemplo, ele está na 6a série, mas no meio do ano já passa para a 7a série. Outro caso é de um aluno regular querer mudar para o EJA (ele pode fazer isso após 15 anos de idade)
sábado, 3 de março de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Implementação do TAG
O módulo do TAG referente ao cadastramento dos atores foi implementado em uma escola que não possui Internet e o secretário dessa escola juntamente com o secretário de uma escola que possui Internet foram capacitados em seu uso para cadastramento dos alunos. Foi realizado um teste de sincronização dos dados e os problemas encontrados foram resolvidos juntamente com a equipe de informática do projeto.
Em uma das escolas da rede a lista de objetivos geradas a partir dos conteúdos da matriz curricular da escola, do programa Enscer e da Prova Brasil foi apresentada aos professores e discutiu-se a utilização de tal lista associada a um diário de classe eletrônico para que o desempenho do aluno fosse registrado em relação a cada objetivo cadastrado no sistema informatizado que fará parte do TAG. Acordou-se que em março essa lista voltaria a ser discutida juntamente com o plano de aula dos professores para se garantir que todos os conteúdos trabalhados pelos mesmos estivessem contemplados. Em relação ao diário de classe eletrônico encontrou-se resistência por parte dos professores por causa da disponibilidade de tempo para preencher os dados no computador. Decidiu-se que tal assunto seria repensado para buscar um solução a esse problema.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Matriz Curricular
O conteúdo programático do Enscer foi integrado à matriz curricular do município e ambos os conteúdos foram informatizados juntamente com a revisão das atividades da Prova Brasil.
Para isso, todos os conteúdos de linguagem e matemática foram previamente cadastrados em um sistema informatizado e objetivos foram criados, nesse mesmo sistema, através da associação dos conteúdos a habilidades cognitivas.
Com essa lista de objetivos, a matriz será discutida com a coordenação pedagógica da SEMESLI, para posteriormente ser discutida com os professores da escola Jessé e Edmar.
Com base nessa lista, os professores registrarão no novo modelo de diário de classe os códigos dos objetivos trabalhados cada dia.
sábado, 31 de dezembro de 2011
Elaboração de Atividades Impressas
Um dos objetivos no ano de 2011 foi buscar a integração do trabalho de sala de aula com as
atividades utilizadas nos laboratórios de informática. Pois, apesar dos
monitores dos laboratórios estarem em contato direto com o programa de
atividades, quase todos os professores de sala ainda tinham pouco conhecimento
acerca da sua utilização e praticamente nenhum benefício em sala de aula. Dessa forma, em 2011 blocos de
atividades em formato de papel A4 foram elaborados a partir das atividades do
software e impressos para distribuição em sala de aula, fornecendo-se a cada
aluno atividades do nível adequado ao seu rendimento escolar.
Durante o primeiro
semestre de 2011, os blocos foram elaborados para se adequar o formato das
atividades eletrônicas para papel. Com o apoio recebido pela OI, puderam ser
impressos blocos de atividades para 2 escolas escolhidas pela secretaria como
escolas pilotos. Esses blocos se dividem em 4 níveis para cada um das duas
disciplinas contempladas pelo software educativo: português e matemática. O
assunto trabalhado em todos os blocos é o mesmo o que permite que o professor
trabalhe com níveis diferentes em uma mesma sala, satisfazendo assim as
necessidades de cada aluno.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Atendimento dos alunos com as Atividades Impressas
A partir do mês de julho, os blocos de atividades impressas começaram a
ser utilizados em sala de aula com os alunos de 2 escolas, escolhidas pela
secretaria de acordo com suas características para funcionarem como uma espécie
de laboratório analisando-se o benefício do material introduzido e do processo
de avaliação do sistema. No final do ano, as escolas reconheceram o benefício
no uso do material, assim como a equipe de coordenadores pedagógicos da
secretaria de educação.
O uso dos blocos de
atividades em sala de aula não nos permitiu afirmar que houve uma melhora no
rendimento escolar dos alunos, medido pelas provas bimestrais, mas segundo
relato dos professores, no momento em que o material era utilizado em sala de
aula observava-se uma maior atenção dos alunos nas atividades e
consequentemente uma melhor disciplina. Acompanhando-se o uso do material nas
escolas, pôde-se verificar que os professores puderam trabalhar com diversos
níveis em sala de aula. No entanto, verificou-se também a necessidade de uma
orientação mais precisa quanto às atividades que se deveria trabalhar com cada
aluno. No caso dos alunos que freqüentavam o atendimento no laboratório pôde-se
indicar o nível do material impresso a partir do desempenho do aluno nas
atividades eletrônicas. Quanto aos alunos que não eram atendidos, visitas foram
feitas em cada sala para que cada situação fosse avaliada e o melhor nível para
cada aluno ou grupo de alunos fosse escolhido.
Observando as
atividades realizadas pelos alunos podemos dizer que a organização das mesmas
nos blocos atendeu às necessidades dos alunos respeitando suas habilidades
atuais, pois eles realizavam as primeiras atividades com um número
relativamente pequeno de erros, mas conforme avançavam começavam a aparecer as
dificuldades, as quais na maioria dos casos eram sanadas com a orientação do
professor após discussão com o coordenador do projeto.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Oficinas para uso das Atividades Impressas em Sala de Aula
Oficinas foram realizadas para
capacitação dos professores quanto ao uso do programa de atividades elaborado
pelo projeto e utilizado em sala de aula. Nas oficinas, os materiais foram
apresentados e justificados de acordo com os modelos neurocientíficos acerca do
aprendizado do conteúdo de matemática e linguagem.
As
oficinas realizadas com os professores se focaram nas atividades de português e
matemática onde foi discutido como os temas em questão seriam apresentados e
trabalhados oralmente com os alunos antes de se iniciarem as atividades
propriamente ditas. Em seguida, todas as atividades do programa de cada um dos
4 níveis foram apresentadas aos professores e discutidas sobre como poderiam
ser aplicadas em sala de aula de maneira que cada aluno pudesse receber a
devida atenção às suas necessidades, ou seja, discutiu-se sua aplicabilidade no
universo da sala de aula, onde inevitavelmente haverá alunos ou defasados ou
adiantados em relação aos demais. Dessa forma, procurou-se mostrar as etapas
cognitivas envolvidas com o desenvolvido das diversas habilidades e aprendizado
dos conteúdos acadêmicos de forma que cada aluno fosse acompanhado em seu
próprio ritmo de aprendizagem.
Após
as oficinas, os professores foram acompanhados em sala de aula para apoio na
aplicação das atividades com os alunos, onde o coordenador do projeto pôde
observar as idéias de aplicação dos professores e sugerir maneiras diferentes
também. Nesse acompanhamento, os professores também foram auxiliados sobre como
escolher as atividades do nível mais adequado para cada aluno, e sobre como
avaliar o rendimento dos mesmos. Definiu-se que os professores escolheriam
algumas atividades para que os alunos realizassem sem a sua intervenção. O
professor então realiza a contagem da quantidade de acertos e erros, anotando
os mesmos na própria folha. Em seguida, devolve as atividades aos alunos para
que eles possam procurar e corrigir os seus erros. Ao final, o professor
realiza a correção com a turma. Dessa forma, preserva-se o rendimento inicial
do aluno para que o mesmo possa ser utilizado como forma de avaliação do seu
desenvolvimento cognitivo, permitindo ao professor e ao aluno a correção das
questões erradas.
As
próximas oficinas se focaram nas atividades que os professores desenvolvem em
sala de aula, a partir do livro didático ou de questões na própria lousa ou em
caderno. O intuito dessas oficinas foi o de se iniciar a integração das
atividades utilizadas pela rede educacional de Santa Luzia do Itanhy-SE com as
atividades desenvolvidas pelo atual projeto, para que tenhamos em um mesmo
banco de dados todas as atividades a serem utilizadas pelos alunos. Essas
atividades podem então ser catalogadas em um mesmo sistema. Nas oficinas,
discutiu-se quais atividades realizadas pelos professores já estavam
contempladas pelo material do atual projeto e quais deveriam ser inseridas.
Discutiu-se também como adequar algumas atividades de sala de aula de acordo
com o conhecimento das neurociências acerca do aprendizado do conteúdo
acadêmico.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Atendimento 2011
No início do ano de 2011, as próprias escolas, com apoio da secretaria de educação, definiram os horários de atendimento, bem como os alunos que deveriam continuar e aqueles que poderiam ser substituídos. Essa atitude da rede mostra o interesse e a independência no uso contínuo da tecnologia disponibilizada.
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