segunda-feira, 29 de julho de 2013

Discussão da cartilha de apoio


Conforme acordado na última reunião (dia 15 de julho), o consultor neurocientista Fábio Theoto elaborou uma cartilha piloto com fundamentos neurocientíficos e entregou para os professores envolvidos no projeto com o intuito de analisarem para discussão na semana seguinte. Assim, no dia 17 de julho do referido ano, o consultor Fábio Theoto juntamente com a equipe do IPTI reuniu-se com professores para discutir a cartilha de apoio.

Conforme preestabelecido, com o intuito de facilitar a compreensão da cartilha visando o publico alvo, o grupo decidiu as seguintes alterações:

·         Inserção de imagens mais lúdicas;

·         Nos termos científicos citados no texto, inserir termos populares ou breve explicação do termo;

·         Intercalar cada explicação a um “problema” que se pode encontrar em sala de aula, pois dessa forma os professores poderão lançar estratégias pedagógicas através das informações prestadas na cartilha;

·         Exemplificação de algumas atividades que possas ser aplicadas em sala de aula e seu respectivo objetivo de acordo com a matriz curricular

Por fim, o neurocientista ficou responsável de elaborar uma nova versão da cartilha a partir das alterações sugeridas para posterior avaliação do grupo. Consideramos essa ação positiva, uma vez que quando todos os envolvidos participam no processo de construção de qualquer material e/ou atividade torna-se mais fácil nossa inserção na escola, bem como na integração de novos professores que observam as contribuições que o projeto pode proporcionar em termos de ensino/aprendizagem.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Reunião com equipe de desenvolvimento de atividades

Local da Reunião: Sede do IPTI em Aracaju.
Objetivo: Planejamento de estratégias para



Conforme o objetivo desta reunião,  foram levantados os problemas que estão interferindo na aplicação das atividades sugeridas e acatadas nas reuniões anteriores:
1- Ausência de integração entre as atividades utilizadas pelos professores e a matriz adotada;
2- Dificuldades em adotar uma nova metodologia de ensino que utiliza a proposta do projeto Educação Inclusiva;
3- Conflitos profissionais entre docentes e gestores (Escola Municipal Reunidas).


Dos problemas acima elencados pôde-se planejar as ações para se tentar solucionar as questões 1 e 2. Resolveu-se que na próxima reunião com os docentes, partiria-se das atividades utilizadas pelos mesmos em sala de aula, para se encontrar na matriz do Synapse o seu respectivo objetivo e assim utilizar o seu código para registrar no diário. Com isso,  as atividades que os professores já utilizam em sala de aula poderão ser aperfeiçoadas de acordo com a proposta do projeto e inseridas no Synapse, as quais passam a fazer parte de um único programa. Dessa forma, espera-se que a orientação das atividades que deveriam ser utilizadas em cada momento seja mais eficaz.

Nessa próxima reunião com os docentes, pretende-se também discutir maneiras de se aplicar as atividades em sala de aula, a partir da troca de experiência entre eles. O principal foco será como criar uma rotina de sala de aula para aplicação dessas atividades de modo que isso não se torne um trabalho a mais para o professor, como é pensado pela maioria, mas sim facilite o seu planejamento e acompanhamento do processo de desenvolvimento cognitivo do aluno.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Reunião com docentes


Local da Reunião: Conselho Municipal de Educação de Santa Luzia do Itanhi – CMESLI
Objetivo: Avaliar e discutir as últimas atividades repassadas, bem como avaliação das atividades elaboradas.
Com a ausência dos docentes convocados, que não nos comunicaram de que participariam de outra reunião, assim a avaliação das atividades entregues no dia 26 de abril foi adiada para próxima reunião, com data a ser definida conforme a disponibilidade dos envolvidos.
Dando continuidade ao objetivo desta reunião, o consultor neurocientista, Fábio Theoto fez explanação das alterações que necessitariam ser feitas de algumas questões relacionadas às atividades elaboradas pelos professores conteudistas de matemática, Robson, e português, Neilton. Essas alterações estão relacionadas com a estrutura de algumas questões que devem seguir os conteúdos e habilidades descritos no objetivo preestabelecido na matriz curricular disponível no Synapse.
Do ponto de vista dos professores presentes, houve certa confusão na montagem das atividades, que acabou gerando incompatibilidade das questões com o objetivo proposto da atividade. Sugerindo assim, uma pausa na elaboração de atividades para fazer modificações nas já existentes com o intuito de garantir a eficácia destas.

O resultado desta dinâmica de discussão das atividades foi positivo, uma vez que o processo de discussão ocorreu de forma participativa. Finalizando a discussão, ficou acordado entre os presentes a sugestão de pausa na elaboração de atividades, pelo período de duas semanas, para aperfeiçoarem as atividades preexistentes. 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Alimentação inicial do TAG

Iniciou-se em Abril o cadastro dos alunos da rede municipal de Santa Luzia do Itanhy na Tecnologia de Apoio a Gestão - TAG. A secretaria de educação do município contratou 4 digitadores para cadastrarem todos os alunos de todas as escolas.

A dinâmica de trabalho desses profissionais ficou definida da seguinte maneira:

1 - os 4 digitadores inicialmente percorrerão juntos as escolas consideradas grandes pela rede, que tem internet, cadastrando os alunos atualmente matriculados;

2 - ao término dessa tarefa, 1 digitador ficará na escola Priapu onde cadastrará todos os dados anteriores de cada aluno: turmas, notas médias bimestrais e frequências;

3 - os demais digitadores percorrerão as demais escolas que não tem Internet, sendo feitas as sincronizações dos dados ao término do cadastro de cada escola;

4 - ao terminarem de cadastrar todos os alunos da rede, esses 3 digitadores cadastrarão todos os dados anteriores de cada aluno da escola Jessé: turmas, notas médias bimestrais e frequências;

5 - ao estarem todos os alunos de todas as escolas cadastrados, os secretários das escolas serão capacitados para cadastro das turmas atuais, bem como das grades de horários.

Assim, teremos todos os alunos, turmas e grades atuais cadastrados de todas as escolas e todos os dados de pelo menos 8 anos anteriores da Escola Priapu e Jessé.

quarta-feira, 21 de março de 2012

O treinamento com os digitadores que irão cadastrar os alunos das escolas ocorreu hoje na Secretaria de Educação de Santa Luzia do Itanhi. Para esse treinamento, a secretaria da escola Jessé foi consultada em relação aos dados dos pais necessários para seu cadastro no TAG juntamente ao cadastro dos alunos.
Esses dados são: nome completo, endereço e data de nascimento. Esses são os dados que diferem a pessoa de qualquer outra no banco de dados. No entanto, a escola não possui a data de nascimento dos pais. Dessa forma, uma opção seria levantar essa informação e outra seria inserir a data do próprio aluno. Em relação à primeira opção, ficou evidente a dificuldade em conseguir essa informação que não no momento da matrícula, pois muitos pais dificilmente comparecem à escola, dificilmente preencheriam uma ficha enviado pelo aluno, ou o próprio não chegaria a entregar aos seus pais, entre outros problemas. Em relação à segunda opção, teríamos uma informação incoerente, mas que não teria utilidade prática mesmo a não ser evitar que dois indivíduos com o mesmo nome que tenham o mesmo endereço sejam cadastrado no banco de dados, gerando o mesmo id. Indivíduos com o mesmo nome residentes no mesmo endereço é algo que ocorre, uma vez que o endereço de algumas residências é simplesmente o nome do povoado, por exemplo, Povoado do Priapu I, onde não existe nome de rua nem numeração das casas. Quando isso ocorrer, a data de nascimento do filho seria o que distinguiria um indivíduo do outro para que seja gerado um mesmo id.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Diário Eletrônico

Discutindo-se com o secretário, diretor e pedagogo da escola Jessé, definiu-se um formato de diário impresso a ser utilizado para alimentação da frequência dos alunos e das atividades pedagógicas aplicadas diariamente.
Acordou-se apresentar esse modelo aos professores para discussão da sua aplicabilidade.


A planilha f1 seria de um professor que dá todas as aulas para a turma, ou seja, do Fundamental Menor.
A planilha f2 seria de um professor que dá apenas uma ou duas aulas por dia, como no caso de um professor que dá aula de portugues e redacao para uma turma do Fundamental Maior.

No calendário eletrônico, teremos um registro no banco de dados para cada aula ministrada em cada dia, com o código da sua disciplina e com o seu horário inicial e final.

A ideia de termos, no diário impresso, apenas a indicação da sequência das aulas do dia, ou de uma sigla para identificar a disciplina, veio da necessidade de se economizar espaço e da desnecessidade do professor seguir exatamente o horário previsto para cada aula/disciplina.

Se o TAG associa o código das atividades dadas ao dia e não às aulas, não temos problema caso o professor não siga exatamente o horário previsto para cada disciplina, algo que segundo a direção da escola ocorre dada a necessidade da turma.
Assim, não precisamos fazer o controle da carga horária realmente utilizada para cada disciplina, o que seria um trabalho pesado em questão de edição do calendário eletrônico por parte do secretario.
Com a quantidade e tipo das atividades aplicadas e registradas de cada disciplina, temos o acompanhamento do enfoque que o professor está realmente dando a cada disciplina, independentemente do horário da disciplina registrado no calendário. Assim, o calendário ficaria congelado de acordo com a grade de horários semanal e o relatório de atividades realizadas por disciplina viria dos códigos inseridos em cada dia.

A quantidade de registros nessas planilhas está no limite de impressão de uma folha A4.
No caso do f2, cabem 20 dias letivos por folha, o que fecha um mês, mas no caso do f1 cabem apenas 10 dias.
Por isso, discutimos também na secretaria do Jessé a possibilidade de gerarmos formatos de impressão em A3, o que poderia ser produzido por uma gráfica, já que na rede não há nenhuma impressora que imprima em A3. Outra opção discutida foi imprimir frente e verso.

sábado, 3 de março de 2012

Reunião da Escola Jessé sobre os diários de classe

Dia 02 de março de 2012 (Saulo Barretto)

Neste dia, às 15:00, tive uma reunião com a diretora da escola, o secretário (Dilan) e 5 professoras, para discutir e tentar chegar a um acordo sobre o preenchimento das informações dos diários de classe no TAG.

A princípio, o que se percebe é que sem o uso do sistema, nesta funcionalidade, fica difícil para as pessoas envolvidas avaliarem as dificuldades que cada uma poderá encontrar. Com isso, a posição é sempre de defesa, relutando em adotar novas práticas. Agumas professoras se manifestaram contrárias a terem que alimentar no TAG as informações dos seus diários, ao mesmo tempo em que a diretora e o secretário da escola defendem que não têm como assumir mais esta tarefa.

Na prática, os professores preenchem os diários escrevendo os planos de aula, além de anotarem faltas dos alunos. Isso tudo fica guardado no diário e, se for necessário, o secretário tem que ir buscar as informações nestes diários (ex: transferência), o que dá bastante trabalho.

Nós apresentamos a proposta do TAG gerar uma nova forma de diário, já com os nomes de todos os alunos, por cada mês, com caixas para os professores indicarem os ausentes, com espaço para eles anotarem as notas das provas (bimestrais) e com a novidade de que os planos de aula apareceriam detalhados minuciosamente, com um código ao lado. Com isso, os diários teriam espaços para os professores anotarem os códigos correspondentes ao que foi lecionado, naquele dia específico.

Conclusões:

1) os professores disseram que não têm condições de passar estas informações para o TAG, a maioria porque não tem acesso ao compurtador e Internet. Chegou-se a sugerir que a secretaria doasse laptops para a escola, para que os professores fizessem esta tarefa no final de cada aula, com os laptops circulando pela escola, de sala em sala. Contudo, considero isso inviável, porque vai dar mais trabalho ao secretário do que ele imagina;

2) propus que os professores anotam as informações nos diários, agora ainda mais simples, porque não precisarão mais escrever o que foi lecionado, bastante anotar os códigos, e que as informações dos diários sejam passadas para o TAG pelo secretário, 1 vez por quinzena;

3) o secretáro concordou, como uma experiência de teste. Ele considerou que de fato pode ser que o trabalho seja menor do que imagina, e que o ganho final seja compensador. Contudo, acha conveniente testar e avaliar, com a possibilidade de sugerir ajustes, naquilo que considerar que vai facilitar seu trabalho;

4) acreditamos que à medida em que os professores forem vendo os diários sendo alimentados no TAG, e com a melhoria do acesso à tecnologia, alguns vão começar a fazer isso por conta própria;

5) a diretora esclareceu que existem casos em que o professor de uma determinada série acaba lecionando conteúdos de anos anteriores, quando percebe que a turma tem alguma deficiência no assunto. Esta é uma questão que ela considera delicada, porque o TAG pode acabar sendo considerado como uma ferramenta que funciona contra aqueles professores, cujos alunos avançaram sem dominarem o conteúdo necessário.
Neste caso, que realmente precisamos tomar todo o cuidado, sugeri que os diários conterão todos os tópicos e respectivos códigos, do ano que o professor leciona e dos anos anteriores, para que ele possa anotar um código de tema de ano anterior, se for o caso.
Quanto à possibilidade do TAG acabar criando um problema para o professor que não lecionou a matéria de forma que os alunos aprendessem, esta é uma questão a ser discutida com a secretaria. Em princípio, minha posição foi de defender a tese de que o objetivo de todos deveria ser que os alunos aprendessem, e que isso deveria estar acima de eventuais deficiências de alguns professores.