O treinamento com os digitadores que irão cadastrar os alunos das escolas ocorreu hoje na Secretaria de Educação de Santa Luzia do Itanhi. Para esse treinamento, a secretaria da escola Jessé foi consultada em relação aos dados dos pais necessários para seu cadastro no TAG juntamente ao cadastro dos alunos.
Esses dados são: nome completo, endereço e data de nascimento. Esses são os dados que diferem a pessoa de qualquer outra no banco de dados. No entanto, a escola não possui a data de nascimento dos pais. Dessa forma, uma opção seria levantar essa informação e outra seria inserir a data do próprio aluno. Em relação à primeira opção, ficou evidente a dificuldade em conseguir essa informação que não no momento da matrícula, pois muitos pais dificilmente comparecem à escola, dificilmente preencheriam uma ficha enviado pelo aluno, ou o próprio não chegaria a entregar aos seus pais, entre outros problemas. Em relação à segunda opção, teríamos uma informação incoerente, mas que não teria utilidade prática mesmo a não ser evitar que dois indivíduos com o mesmo nome que tenham o mesmo endereço sejam cadastrado no banco de dados, gerando o mesmo id. Indivíduos com o mesmo nome residentes no mesmo endereço é algo que ocorre, uma vez que o endereço de algumas residências é simplesmente o nome do povoado, por exemplo, Povoado do Priapu I, onde não existe nome de rua nem numeração das casas. Quando isso ocorrer, a data de nascimento do filho seria o que distinguiria um indivíduo do outro para que seja gerado um mesmo id.
quarta-feira, 21 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Diário Eletrônico
Discutindo-se com o secretário, diretor e pedagogo da escola Jessé, definiu-se um formato de diário impresso a ser utilizado para alimentação da frequência dos alunos e das atividades pedagógicas aplicadas diariamente.
Acordou-se apresentar esse modelo aos professores para discussão da sua aplicabilidade.
A planilha f1 seria de um professor que dá todas as aulas para a turma, ou seja, do Fundamental Menor.
A planilha f2 seria de um professor que dá apenas uma ou duas aulas por dia, como no caso de um professor que dá aula de portugues e redacao para uma turma do Fundamental Maior.
No calendário eletrônico, teremos um registro no banco de dados para cada aula ministrada em cada dia, com o código da sua disciplina e com o seu horário inicial e final.
A ideia de termos, no diário impresso, apenas a indicação da sequência das aulas do dia, ou de uma sigla para identificar a disciplina, veio da necessidade de se economizar espaço e da desnecessidade do professor seguir exatamente o horário previsto para cada aula/disciplina.
Se o TAG associa o código das atividades dadas ao dia e não às aulas, não temos problema caso o professor não siga exatamente o horário previsto para cada disciplina, algo que segundo a direção da escola ocorre dada a necessidade da turma.
Assim, não precisamos fazer o controle da carga horária realmente utilizada para cada disciplina, o que seria um trabalho pesado em questão de edição do calendário eletrônico por parte do secretario.
Com a quantidade e tipo das atividades aplicadas e registradas de cada disciplina, temos o acompanhamento do enfoque que o professor está realmente dando a cada disciplina, independentemente do horário da disciplina registrado no calendário. Assim, o calendário ficaria congelado de acordo com a grade de horários semanal e o relatório de atividades realizadas por disciplina viria dos códigos inseridos em cada dia.
A quantidade de registros nessas planilhas está no limite de impressão de uma folha A4.
No caso do f2, cabem 20 dias letivos por folha, o que fecha um mês, mas no caso do f1 cabem apenas 10 dias.
Por isso, discutimos também na secretaria do Jessé a possibilidade de gerarmos formatos de impressão em A3, o que poderia ser produzido por uma gráfica, já que na rede não há nenhuma impressora que imprima em A3. Outra opção discutida foi imprimir frente e verso.
Acordou-se apresentar esse modelo aos professores para discussão da sua aplicabilidade.
A planilha f1 seria de um professor que dá todas as aulas para a turma, ou seja, do Fundamental Menor.
A planilha f2 seria de um professor que dá apenas uma ou duas aulas por dia, como no caso de um professor que dá aula de portugues e redacao para uma turma do Fundamental Maior.
No calendário eletrônico, teremos um registro no banco de dados para cada aula ministrada em cada dia, com o código da sua disciplina e com o seu horário inicial e final.
A ideia de termos, no diário impresso, apenas a indicação da sequência das aulas do dia, ou de uma sigla para identificar a disciplina, veio da necessidade de se economizar espaço e da desnecessidade do professor seguir exatamente o horário previsto para cada aula/disciplina.
Se o TAG associa o código das atividades dadas ao dia e não às aulas, não temos problema caso o professor não siga exatamente o horário previsto para cada disciplina, algo que segundo a direção da escola ocorre dada a necessidade da turma.
Assim, não precisamos fazer o controle da carga horária realmente utilizada para cada disciplina, o que seria um trabalho pesado em questão de edição do calendário eletrônico por parte do secretario.
Com a quantidade e tipo das atividades aplicadas e registradas de cada disciplina, temos o acompanhamento do enfoque que o professor está realmente dando a cada disciplina, independentemente do horário da disciplina registrado no calendário. Assim, o calendário ficaria congelado de acordo com a grade de horários semanal e o relatório de atividades realizadas por disciplina viria dos códigos inseridos em cada dia.
A quantidade de registros nessas planilhas está no limite de impressão de uma folha A4.
No caso do f2, cabem 20 dias letivos por folha, o que fecha um mês, mas no caso do f1 cabem apenas 10 dias.
Por isso, discutimos também na secretaria do Jessé a possibilidade de gerarmos formatos de impressão em A3, o que poderia ser produzido por uma gráfica, já que na rede não há nenhuma impressora que imprima em A3. Outra opção discutida foi imprimir frente e verso.
sábado, 3 de março de 2012
Reunião da Escola Jessé sobre os diários de classe
Dia 02 de março de 2012 (Saulo Barretto)
Neste dia, às 15:00, tive uma reunião com a diretora da escola, o secretário (Dilan) e 5 professoras, para discutir e tentar chegar a um acordo sobre o preenchimento das informações dos diários de classe no TAG.
A princípio, o que se percebe é que sem o uso do sistema, nesta funcionalidade, fica difícil para as pessoas envolvidas avaliarem as dificuldades que cada uma poderá encontrar. Com isso, a posição é sempre de defesa, relutando em adotar novas práticas. Agumas professoras se manifestaram contrárias a terem que alimentar no TAG as informações dos seus diários, ao mesmo tempo em que a diretora e o secretário da escola defendem que não têm como assumir mais esta tarefa.
Na prática, os professores preenchem os diários escrevendo os planos de aula, além de anotarem faltas dos alunos. Isso tudo fica guardado no diário e, se for necessário, o secretário tem que ir buscar as informações nestes diários (ex: transferência), o que dá bastante trabalho.
Nós apresentamos a proposta do TAG gerar uma nova forma de diário, já com os nomes de todos os alunos, por cada mês, com caixas para os professores indicarem os ausentes, com espaço para eles anotarem as notas das provas (bimestrais) e com a novidade de que os planos de aula apareceriam detalhados minuciosamente, com um código ao lado. Com isso, os diários teriam espaços para os professores anotarem os códigos correspondentes ao que foi lecionado, naquele dia específico.
Conclusões:
1) os professores disseram que não têm condições de passar estas informações para o TAG, a maioria porque não tem acesso ao compurtador e Internet. Chegou-se a sugerir que a secretaria doasse laptops para a escola, para que os professores fizessem esta tarefa no final de cada aula, com os laptops circulando pela escola, de sala em sala. Contudo, considero isso inviável, porque vai dar mais trabalho ao secretário do que ele imagina;
2) propus que os professores anotam as informações nos diários, agora ainda mais simples, porque não precisarão mais escrever o que foi lecionado, bastante anotar os códigos, e que as informações dos diários sejam passadas para o TAG pelo secretário, 1 vez por quinzena;
3) o secretáro concordou, como uma experiência de teste. Ele considerou que de fato pode ser que o trabalho seja menor do que imagina, e que o ganho final seja compensador. Contudo, acha conveniente testar e avaliar, com a possibilidade de sugerir ajustes, naquilo que considerar que vai facilitar seu trabalho;
4) acreditamos que à medida em que os professores forem vendo os diários sendo alimentados no TAG, e com a melhoria do acesso à tecnologia, alguns vão começar a fazer isso por conta própria;
5) a diretora esclareceu que existem casos em que o professor de uma determinada série acaba lecionando conteúdos de anos anteriores, quando percebe que a turma tem alguma deficiência no assunto. Esta é uma questão que ela considera delicada, porque o TAG pode acabar sendo considerado como uma ferramenta que funciona contra aqueles professores, cujos alunos avançaram sem dominarem o conteúdo necessário.
Neste caso, que realmente precisamos tomar todo o cuidado, sugeri que os diários conterão todos os tópicos e respectivos códigos, do ano que o professor leciona e dos anos anteriores, para que ele possa anotar um código de tema de ano anterior, se for o caso.
Quanto à possibilidade do TAG acabar criando um problema para o professor que não lecionou a matéria de forma que os alunos aprendessem, esta é uma questão a ser discutida com a secretaria. Em princípio, minha posição foi de defender a tese de que o objetivo de todos deveria ser que os alunos aprendessem, e que isso deveria estar acima de eventuais deficiências de alguns professores.
Neste dia, às 15:00, tive uma reunião com a diretora da escola, o secretário (Dilan) e 5 professoras, para discutir e tentar chegar a um acordo sobre o preenchimento das informações dos diários de classe no TAG.
A princípio, o que se percebe é que sem o uso do sistema, nesta funcionalidade, fica difícil para as pessoas envolvidas avaliarem as dificuldades que cada uma poderá encontrar. Com isso, a posição é sempre de defesa, relutando em adotar novas práticas. Agumas professoras se manifestaram contrárias a terem que alimentar no TAG as informações dos seus diários, ao mesmo tempo em que a diretora e o secretário da escola defendem que não têm como assumir mais esta tarefa.
Na prática, os professores preenchem os diários escrevendo os planos de aula, além de anotarem faltas dos alunos. Isso tudo fica guardado no diário e, se for necessário, o secretário tem que ir buscar as informações nestes diários (ex: transferência), o que dá bastante trabalho.
Nós apresentamos a proposta do TAG gerar uma nova forma de diário, já com os nomes de todos os alunos, por cada mês, com caixas para os professores indicarem os ausentes, com espaço para eles anotarem as notas das provas (bimestrais) e com a novidade de que os planos de aula apareceriam detalhados minuciosamente, com um código ao lado. Com isso, os diários teriam espaços para os professores anotarem os códigos correspondentes ao que foi lecionado, naquele dia específico.
Conclusões:
1) os professores disseram que não têm condições de passar estas informações para o TAG, a maioria porque não tem acesso ao compurtador e Internet. Chegou-se a sugerir que a secretaria doasse laptops para a escola, para que os professores fizessem esta tarefa no final de cada aula, com os laptops circulando pela escola, de sala em sala. Contudo, considero isso inviável, porque vai dar mais trabalho ao secretário do que ele imagina;
2) propus que os professores anotam as informações nos diários, agora ainda mais simples, porque não precisarão mais escrever o que foi lecionado, bastante anotar os códigos, e que as informações dos diários sejam passadas para o TAG pelo secretário, 1 vez por quinzena;
3) o secretáro concordou, como uma experiência de teste. Ele considerou que de fato pode ser que o trabalho seja menor do que imagina, e que o ganho final seja compensador. Contudo, acha conveniente testar e avaliar, com a possibilidade de sugerir ajustes, naquilo que considerar que vai facilitar seu trabalho;
4) acreditamos que à medida em que os professores forem vendo os diários sendo alimentados no TAG, e com a melhoria do acesso à tecnologia, alguns vão começar a fazer isso por conta própria;
5) a diretora esclareceu que existem casos em que o professor de uma determinada série acaba lecionando conteúdos de anos anteriores, quando percebe que a turma tem alguma deficiência no assunto. Esta é uma questão que ela considera delicada, porque o TAG pode acabar sendo considerado como uma ferramenta que funciona contra aqueles professores, cujos alunos avançaram sem dominarem o conteúdo necessário.
Neste caso, que realmente precisamos tomar todo o cuidado, sugeri que os diários conterão todos os tópicos e respectivos códigos, do ano que o professor leciona e dos anos anteriores, para que ele possa anotar um código de tema de ano anterior, se for o caso.
Quanto à possibilidade do TAG acabar criando um problema para o professor que não lecionou a matéria de forma que os alunos aprendessem, esta é uma questão a ser discutida com a secretaria. Em princípio, minha posição foi de defender a tese de que o objetivo de todos deveria ser que os alunos aprendessem, e que isso deveria estar acima de eventuais deficiências de alguns professores.
Reunião na secretaria
Dia 01 de março de 2012 (Saulo Barretto)
Tive uma reunião com Flávio e Gily, na secretaria de educação de Santa Luzia, para definir questões relacionados a problemas no gerenciamento das informações para o TAG. Abaixo descrevo as questões discutidas e os encaminhamentos:
1) qual informação usar como login do usuário
Na reunião sugerimos usar o número do INEP como login, porque nem todos os alunos têm o NIS. O principal problema será com os alunos da 1a série, já que o número do INEP só é gerado no meio do ano, por conta do censo escolar.
Na avaliação geral, dentro de todas as possibilidades, cada uma com seus problemas, o uso do número do INEP nos parece o melhor.
No caso dos alunos ainda sem INEP, uma sugestão seria usar alguma outra informação que já existe, ou um conjunto de informações, para não termos que programar nada agora. Por exemplo, nome, associado à unidade, à data de nascimento. É assunto para ser melhor discutido.
2) Certidão de nascimento
Em tese a entrega da certidão de nascimento deveria ser obrigatório, cobrado pelas escolas, no momento da matrícula. Na prática nem sempre é assim e muitas escolas fazem a matrícula apenas com a data de nascimento.
A sugestão é que incluamos um mecanismo para permitir anexar cópia da certidão scaneada, como forma de cobrança da secretaria. Neste caso, o TAG teria uma opção para informar se a certidão foi ou não entregue e a opção para anexar, porque muitas escolas não têm scanner e isso teria que ser feito pela secretaria.
3) o pessoal da secretaria acha que seria importante informar o tipo de contrato do professor (permanente, temporário), quando for cadastrar o professor no sistema TAG
4) eles atmbém acham que seria legal termos um mecanismo de bate-papo e/ou alguma ferramenta de apoio para tirar dúvidas comuns. Penso que uma espécie de fórum (FAQ) dinâmico seria o mais adequado, porque muitos professores têm dúvidas comuns e acabam sempre batendo na secretaria
5) foi discutido que é importante levar em conta o caso dos alunos do EJA, em que pode haver a situação em que ele é matriculado 2 vezes no ano. Por exemplo, ele está na 6a série, mas no meio do ano já passa para a 7a série. Outro caso é de um aluno regular querer mudar para o EJA (ele pode fazer isso após 15 anos de idade)
Tive uma reunião com Flávio e Gily, na secretaria de educação de Santa Luzia, para definir questões relacionados a problemas no gerenciamento das informações para o TAG. Abaixo descrevo as questões discutidas e os encaminhamentos:
1) qual informação usar como login do usuário
Na reunião sugerimos usar o número do INEP como login, porque nem todos os alunos têm o NIS. O principal problema será com os alunos da 1a série, já que o número do INEP só é gerado no meio do ano, por conta do censo escolar.
Na avaliação geral, dentro de todas as possibilidades, cada uma com seus problemas, o uso do número do INEP nos parece o melhor.
No caso dos alunos ainda sem INEP, uma sugestão seria usar alguma outra informação que já existe, ou um conjunto de informações, para não termos que programar nada agora. Por exemplo, nome, associado à unidade, à data de nascimento. É assunto para ser melhor discutido.
2) Certidão de nascimento
Em tese a entrega da certidão de nascimento deveria ser obrigatório, cobrado pelas escolas, no momento da matrícula. Na prática nem sempre é assim e muitas escolas fazem a matrícula apenas com a data de nascimento.
A sugestão é que incluamos um mecanismo para permitir anexar cópia da certidão scaneada, como forma de cobrança da secretaria. Neste caso, o TAG teria uma opção para informar se a certidão foi ou não entregue e a opção para anexar, porque muitas escolas não têm scanner e isso teria que ser feito pela secretaria.
3) o pessoal da secretaria acha que seria importante informar o tipo de contrato do professor (permanente, temporário), quando for cadastrar o professor no sistema TAG
4) eles atmbém acham que seria legal termos um mecanismo de bate-papo e/ou alguma ferramenta de apoio para tirar dúvidas comuns. Penso que uma espécie de fórum (FAQ) dinâmico seria o mais adequado, porque muitos professores têm dúvidas comuns e acabam sempre batendo na secretaria
5) foi discutido que é importante levar em conta o caso dos alunos do EJA, em que pode haver a situação em que ele é matriculado 2 vezes no ano. Por exemplo, ele está na 6a série, mas no meio do ano já passa para a 7a série. Outro caso é de um aluno regular querer mudar para o EJA (ele pode fazer isso após 15 anos de idade)
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